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Blog de diniz.aguillar
 


O novo trabalho do líder no segmento esportivo: Construindo organizações que aprendem

 

Quando líderes no segmento esportivo, falam que as pessoas já nascem com prazer em aprender, nós que somos influenciados diariamente pelo aprendizado das organizações, sejam elas estruturadas em divisões, equipes ou pessoas, começamos a discutir até que onde estamos aprendendo ou simplesmente assimilando o que é apresentado pela liderança. Nas organizações esportivas que sobreviveram muitos anos, as novas oportunidades organizacionais e os novos negócios foram os responsáveis.

                                                           Na maioria das vezes o novo trabalho do líder, está montado em projetos especiais, com foco no marketing esportivo, didática inteligente e dinâmica combinadas com a liderança criativa, ou seja, a liderança que abre possibilidades de construção da organização nos mais variados aspectos de ações esportivas. Em algumas empresas, tratadas como times, até então, com líderes de visão empreendedora, as coisas começam em idéias simples, com estruturas organizacionais simples.

                                                           Foi o que aconteceu com uma empresa chamada, Sport Club Corinthians Paulista, que já ostenta a posição de uma das maiores marcas no futebol brasileiro e ruma para o conhecimento do mercado internacional. Em 1910, cinco operários - Joaquim Ambrósio, Carlos da Silva, Rafael Perrone, Antônio Pereira e Anselmo Correia - se reuniram com mais oito rapazes e fundaram o "Sport Club Corinthians Paulista" após assistirem a uma partida de uma equipe de futebol da Inglaterra. O presidente escolhido por eles foi o alfaiate Miguel Bataglia, que já no primeiro momento afirmou: "o Corinthians vai ser o time do povo e o povo é quem vai fazer o time".

                                                           Em 2007, Andrés Sanchez decidiu montar um projeto inovador, com uma estrutura de marketing, num clube com a imagem desgastada, em função de maus resultados, escândalos na administração do futebol e projetos na área esportiva, em função da improvisação.

                                                           Quando a nossa Fiel Torcida canta que “o Coringão voltou” não se refere apenas ao time, que regressou à série A. O retorno é mais amplo, diz o presidente Andrés Sanchez. Mas será que a nova formação de liderança não está ligada á este sucesso? A resposta para estes resultados foram feitas diretamente para seus colaboradores e executivos, e a resposta mais comum foi “è fruto de um projeto bem montado”.

                                                            O Corinthians Paulista demonstrou no seu crescimento de imagem vertiginoso, uma atuação forte da liderança, concentração na atenção ao negócio e aos líderes e na análise de tendências, que demonstraram as grandes oportunidades neste segmento, dominado por grandes equipes esportivas.

                                                        As novas habilidades deste líder conseguiram motivar e comprometer pessoas e organizações, que mesmo constantemente sendo pressionadas pela torcida, opinião pública e imprensa, atuaram com uma “visão compartilhada”.

                                                        Nos projetos futuros, onde a contratação de “Ronaldo Fenômeno”, já começa a vislumbrar outras possibilidades geradas pela fidelidade da torcida e da opinião pública( Vejam a venda expressiva de camisas, lotação dos estádios, presença na mídia, venda de produtos licenciados, etc.) , quase sempre baseadas em ações simples do clube em divulgação e comunicação, distribuição de sua marca no varejo, promoções e resposta rápida á consultas e informações.

                                                      “A pergunta é quanto o Corinthians vai ganhar com ele, tanto no campo como no marketing e na imagem, porque agora a molecada de 4, 5 anos vai escolher o Corinthians para torcer. A forma de pagá-lo é fazer parceria com empresas. O salário dele vai ser compatível e vai ter ações de empresas. Aí, o que ele vai poder ganhar é infinito. Depende do marketing do Corinthians e dele mesmo”, explicou o presidente.

                                                            Num momento em que muitas empresas esportivas procuram novas alternativas de negócios e diferentes segmentos de consumidores, a Corinthians Paulista, desenvolveu as habilidades conceituais dos líderes, através de suas equipes, com  o conhecimento do mercado, inovação e criatividade e oportunidade de conhecer novas ferramentas de administração da organização.

                                                            Finalmente, o que se conclui com o espantoso desenvolvimento de um negócio esportivo, criado no espaço deixado pela necessidade de crescer, manter-se na mídia e na cabeça do torcedor, é que desenvolver líderes, em paralelo com organizações que aprendem, significa construir “campos de treino efetivos das equipes gerenciais”, com um alto índice de sucesso e possibilidades de crescimento.



Escrito por diniz.aguillar às 12h11
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A Qualidade de Vida, vista por aposentados em três ângulos

 

                           A primeira questão a considerar sobre os aposentados, é que não há uma diferença tão grande quanto se pensa, entre um aposentado que ganha salário mínimo e outro que ganha mais. Temos que analisar o fato, que quando alguém se aposenta, o faz em troca de momentos para poder descansar da rotina vivida por muitos anos, vejamos alguns exemplos: aposenta-se para poder viajar, para poder ir a praia com sua família e ficar lá aproveitando por um tempo, para poder descansar da rotina diária de trabalho, ler, ouvir música e poder entender o que está acontecendo com o mundo.

                                    Na verdade, é que as atividades de um aposentado que ganha salário mínimo e outro que ganha mais, entendendo-se as devidas proporções de vida, são medidas pelos seus atos, pelas suas despesas no decorrer da vida, pelo seu patrimônio, pela sua capacidade de prover a família, pela  satisfação no “todo”, o que geralmente deixa muitos destes indivíduos frustrados, quando a lei, a ordem e o progresso, deles não é igual ou pelo menos não é justo com todos.. Talvez uma maneira interessante de examinar esta questão é entender porque um ser humano estuda, se prepara, consegue progresso profissional, recolhe para a  previdência pública valores maiores que outros e acaba “jogado na pseudo igualdade de proventos”.

                                    Muitas vezes o aposentado avalia a qualidade de vida, depois da aposentadoria, pela justiça na entrega ou na devolução do serviço proposto pela previdência social, quando dos anos de recolhimento da contribuição compulsória,  porém nesta qualidade de entrega não estão incluídos vários fatores, como valor justo de aposentadoria para manutenção da sua família, atendimento médico e respeito pelo orgão regulador da previdência social no Brasil. Muitas vezes os fatores participantes deste processo não reagem de maneira adequada, á expectativa do cliente. Então começa a fazer efeito um fator que a medicina cada vez mais tenta diminuir.; a depressão na velhice.

                                    Logo em seguida, o aposentado analisa os serviços oferecidos pela previdência e descobre que isso não é igual para todos, e que podem ser comparadas á outros benefícios ou simplesmente interpretados pelo “preço pago” e “serviço esperado” com “serviços recebidos” e “valor perdido”, que são sentimentos importantes que regem a interpretação da população que está aposentada ou vai se  aposentar daqui há alguns anos. Nestas condições, o reajuste igualitário para todos os aposentados é um fator importante e decisivo numa sociedade justa. Porém na economia moderna, quando e como posso pagar, tem um peso insignificante na decisão do cliente, ou seja, o aposentado que se aposenta ganhando mais de um salário mínimo, tem a qualidade de serviços, ou o índice de reajuste, com interpretação diferente no momento em que o precisa descansar do trabalho.

                                    Existem ainda, outras variáveis, que são adaptação á necessidades, com uma aposentadoria que a cada reajuste vai diminuindo, interesse pela vida moderna e lazer, além da modernidade e bem estar, que completam as faces de uma decisão de se aposentar recebendo mais que um salário mínimo da previdência social. São fatores emocionais ou psicológicos, que via de regra tem um peso significativo na decisão de se aposentar, e que tornam a aposentadoria  no Brasil, um passo para a tristeza.

                                     a previdência social, e o governo federal, precisam de uma visão ampliada da aposentadoria, já que os participantes desta importante mudança de vida, são muitas vezes fundamentais para manter o consumo, a sustentabilidade de famílias que vivem ao seu redor, e ainda a satisfação de ter políticos corretos e bem intencionados.

                                   Neste caso, o congresso é um mediador entre as vontades e desejos destes dois participantes da vida moderna, e precisa preparar a sua organização para medir todos os indicadores que envolvem o custeio das aposentadorias e deixar de sustentar aposentadorias do setor público totalmente fora da realidade, para prejudicar milhões de pessoas, aposentadas com mais de um salário mínimo.

                                   Este aposentado pode muitas vezes, se for consciente, influenciar tendências de votos em partidos ou candidatos que se comprometerem com a mudança na situação dos reajustes destes, na previdência social, pode boicotar campanhas e propagandas fictícias sobre bem estar ou maior justiça nas ações do governo, ou ainda com ações no judiciário, barrar métodos ou vantagens para estes políticos que só querem vitórias pessoais.

                                   Finalmente, talvez preparar um artigo com a visão destes três ângulos diferentes da visão do aposentado, com o foco na “Qualidade de Vida, após a aposentadoria”, seja um objetivo interessante para interpretar o que realmente estão fazendo governo federal, deputados estaduais, federais, jornalistas, meios de comunicação e responsáveis pela qualidade de vida no Brasil, já que todos os anos se fala e reajuste igual nas aposentadorias da previdência pública , mas nada se faz e não se diz quem é responsável, pela baixa qualidade de vida destes aposentados que ganham mais de um salário mínimo no Brasil. È hora destas pessoas mobilizarem suas famílias, seus amigos, os políticos em que votaram, para mudar esta situação vergonhosa e ridícula no mundo atual.                                     

 



Escrito por diniz.aguillar às 11h35
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